quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Último Poema do Caderno


Está chegando no fim o caderno onde tanto eu escrevi...

Pensando assim, o que é que eu vi?

Onde passa rosa o meu amor se senta.

Coisa minha, sua e nossa e o meu poema acrescenta.

Está chegando no fim o caderno onde tanto eu escrevi...

Estou afim de dizer somente o que eu li.

Quem me responde o que eu escrevo...?

Espero respostas,

frases combinadas, espero respostas de uma música conhecida.

O caderno está findando, mas o meu verso não...

Os meus versos que de todos são...

Vêem dispersos à procura de paixão...

Está chegando no fimo caderno onde tanto eu escrevi...

E é pra mim que um belo rosto sorri.

Ouve o que eu digo, pois um dia eu vou me calar,

mas não ouça o que eu digo quando penso em chorar...

O meu caminho vai distante, o meu poema infante se diz amante do agora e do doravante...

Está chegando no fim o caderno onde tanto eu escrevi.

E assim eu estou com receio de dizer o que penso pra quem vai ler o que eu escrevo...

Meu desejo benfazejo.

E a inspiração aparece quando um monte de folha adormece...

Está chegando no fimo caderno onde tanto escrevi...

E assim o meu verso fica sem resposta,

pois pela porta sempre vai embora quem docemente o meu coração comporta...

E a música sem resposta não suporta, fala adeus, dá as costas,

abandona o caderno onde tanto eu escrevi

e que infelizmente já chegou no fim...

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Infinitamente

Infinitamente pensarei em ti
como a pessoa mais especial
que passou pelo meu caminho,
pra sempre serei de ti,
juntos ou mesmos distantes
sempre seremos assim, de um jeito nosso,
um do outro.
Pode até parecer bobagem ou pieguice,
mas amo até a saudade
que a sua distância me causa,
amo o seu pensamento,
te amo por completo, te amo inteiro,
te amo cada vez que digo que te amo.
Às vezes penso que nasci só pra te amar,
pra te admirar, pra te esperar...
Pra te encontrar,
pra sorrir ao te ver chegar,
pra chorar ao te ver partir,
pra sentir o coração bater descompassado
quando pego o telefone e ligo pra você,
pra esquecer de tudo e me sentir uma boboca
quando começo a falar besteira,
pra me policiar pra não dizer nada que possa te magoar,
pra aguardar ansiosamente a data dos nossos aniversários,
pra vigiar o telefone esperando uma mensagem,
pra olhar a caixa de correio a espera de uma carta que nunca chega.
Pra pegar o caderno e pela milésima ou sei lá que vez,
escrever o quanto eu te amo.
E isso me conforta e me dá uma paz imensa.
É estranho?
Eu penso que não.
Infinitamente serei a pessoa mais feliz
ao ouvir dos teus lábios: EU TE AMO!
Infinitamente...